por um mundo de paz

pensando bem, fabricantes de armas desejam o tempo todo um mundo inseguro. Fabricantes de remédios nos desejam doentes.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Professores e professoras das escolas públicas brasileiras correm perigo


O ministério, as secretarias estaduais, municipais e a distrital por esse Brasil afora estão a serviço do sucateamento da educação pública para favorecer os empresários do setor. Esses oferecem "ensino" meia boca por aí e saem arrotando uma suposta melhor qualidade que a escola pública. Muito do que é oferecido nessas salas de aula das escolas privadas não passa de mero treinamento (quando não, um simples adestramento). O referencial desses "negociantes" é a baixa qualidade do ensino público no país. Se o ensino público for de baixa qualidade, eles ficam à vontade para ganhar dinheiro cobrando mensalidades caríssimas pelo ensino meia boca que eles oferecem. É claro que existe pressão deles pra cima do poder público, para que o povo trabalhador não receba ensino de qualidade, pois isso prejudicaria seus "negócios". É. Negócio. É assim que eles encaram o ensino. Um produto a mais no mercado. Uns vendem sabão, outros margarina. Eles vendem “ensino de qualidade” Nossos grandes inimigos são esses empresários. São eles que estão por trás dessas políticas desastrosas para nossa carreira. Sabem eles que os professores e as professoras são o principal fator para um ensino público de qualidade. Temos que denunciá-los aqui. Muitos de nós ficamos, às vezes, impressionados com uma suposta superioridade do ensino oferecido pela rede privada e nos esquecemos de fazer uma reflexão mais profunda sobre a realidade daquelas escolas. Que oferecem um ensino exclusivista, elitista e excludente. O fazem muito bem, sem sombra de dúvida. São excelentes treinadores e adestradores. Não podemos deixar de denunciar também que muitos desses empresários recebem dinheiro público. Há uma brecha na lei para isso que é muito bem aproveitada por eles. Desrespeitam leis e normas à torto e à direito. Por exemplo: qual das escolas privadas cumpre os tais duzentos dias letivos anuais? Nós da escoa pública conhecemos muito bem a rotina anual dos fiscais das secretarias verificando o cumprimento até do último segundo letivo do ano. Quantos de nós já não cruzou com o papai noel na saída da escola no último dia letivo do ano? Não nego que haja sim escolas da rede privada que ofereçam ensino e de qualidade. Mas o fazem num contexto específico e para um público específico. Seus métodos seriam inaplicáveis numa situação incluísse setores mais amplos da nossa população. Portanto, não servem de referência para uma educação voltada para grande parcela da população trabalhadora, uma educação popular.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Bastidores da História

Para alunos do 1º ano (Ensino Médio) Colégio José Alves ">Aula sobre "Bastidores da Históriaref-15816170">

http://prezi.com/fgl3fieo5a4q/bastidores-da-historia/?kw=view-fgl3fieo5a4q&rc=ref-15816170

Pink Floyd The Wall - O Filme

Assista o vídeoa>

Pink Floyd The Wall é um filme em live-action/animação musical produzido no ano de 1982 pelo diretor britânico Alan Parker, baseado no álbum The Wall, da banda Pink Floyd. O roteiro foi escrito pelo vocalista e baixista da banda, Roger Waters, e possui poucos diálogos, sendo mais metafórico e movido pelas músicas de fundo sendo interpretadas e sequências de animação, dirigidas pelo cartunista político Gerald Scarfe. O músico e ator Bob Geldorf, da banda punk The Boomtown Rats, estrela como o roqueiro frustrado Pink. O filme é encarado por muitos como um mega videoclipe, já que apenas duas das músicas que existem no disco não foram para o filme. Mas muitos encaram como um musical, o que não pode ser bem verdade já que apenas duas músicas são realmente cantadas, enquanto as outras são apenas versões de estúdio das músicas do álbum. Sir Alan Parker, nascido em Londres (14 de fev de 1944), é um diretor, produtor, escritor e ator britânico. Começou como publicitário nos anos 60 e 70. Em 1978 realizou “O Expresso da Meia Noite”, filme muito querido da crítica e que lhe rendeu algumas nomeações para os Óscares de Hollywood, incluindo melhor filme e o de melhor diretor. Foi também nomeado para melhor diretor com o filme “Mississípi em Chamas”, em 1988. Parker dirigiu uma série de filmes relacionados com a música, entre os quais: “Fama” (1980), “Pink Foyd The Wall” (1982), “The Commitments – Loucos pela Fama” (1991) e “Evita” (1996). George Roger Waters, nascido em Surrey (Grã-Bretanha) em 6 de setembro de 1943, é um músico, cantor e compositor inglês. É um dos fundadores da banda de rock progressivo/rock psicodélico Pink Floyd, na qual atuou como baixista e covocalista. Após a saída de Syd Barrett do grupo em 1968, Waters se tornou o letrista da banda, o principal compositor e o líder conceitual do grupo. Subsequentemente, a banda conquistaria sucesso internacional nos anos 70, com os álbuns conceituais The Dark Side of The Moon, Wish You Were Here, Animals e The Wall. Alegando diferenças criativas com o grupo, Waters deixou o Pink Floyd em 1985, iniciando uma batalha legal com os membros restantes pelo direito futuro de usar o nome e o material do grupo. A disputa encerrou-se em 1987, e levaram quase dezoito anos para que ele tocasse novamente com o Pink Floyd. Estima-se que até o ano de 2010, o grupo tenha vendido mais de 200 milhões de álbuns ao redor do mundo. Na cena do filme que assistimos, um jovem tenta fugir do controle imposto por pais dominadores e incompreensivos, mas se vê preso a uma carteira escolar. Tenta então se refugiar nos seus escritos poéticos, mas seu professor, cheio de problemas em casa, o reprime e o ridiculariza. O jovem imagina uma rebelião juntamente com seus colegas, que o libertaria daquele destino comum a todos eles: o moedor de carne. E ele grita: “professor, deixe seus alunos em paz” Depois de assistir a cena do filme, pense: (1) já passou por situação semelhante à do garoto? (2) que motivos poderiam levar uma turma de alunos a destruir a escola? (3) pela cena assistida poderíamos chegar a uma conclusão sobre o que pensa o roteirista do filme (o roqueiro Roger Waters) daquele sistema educacional? (4) o que você pensa sobre nosso sistema educacional? http://www.youtube.com/watch?v=hx_01jpTfD4

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A escola entre quatro paredes

ESCOLA ENTRE QUATRO PAREDES PRA QUÊ? Escola entre quatro paredes. O que é? Quem inventou? Quando? Pra que serve? Numa sociedade onde as formas de se conseguir o necessário para a satisfação das necessidades vitais de seus componentes, essas formas podem ser aprendidas em poucas lições e em pouco tempo, a aprendizagem é feita no dia a dia, no contato das crianças e jovens com os adultos e pessoas mais velhas daquela sociedade, de maneira natural. É o caso das sociedades rurais. Quem vive na roça, por exemplo, aprende sobre os afazeres diários no próprio contato com esses afazeres, seguindo as instruções daqueles que já sabem. Vai aprendendo enquanto observa as outras pessoas fazendo e também vai aprendendo na própria lida diária. Isso acontece tanto dentro quanto fora das suas casas, no trato com a terra e com os animais. Aprende-se a manusear ferramentas e toda tecnologia necessária para todo tipo de trabalho daquele lugar. Aprende-se a observar os sinais da natureza, da terra, dos animais etc. Essa é a escola de quem vive no campo, nas florestas, na beira dos rios e dos mares, em sítios, chácaras, fazendas, aldeias etc. Nessa escola se aprende de tudo que é preciso para se viver ali. Existe um tipo de sociedade onde a aprendizagem das formas de se conseguir o necessário para a satisfação das necessidades vitais de seus componentes precisa de muitas lições e muito tempo. É preciso alterar a rotina do dia a dia para se aprender algumas coisas que essa sociedade considera importante com pessoas que se especializam no ensino dessas coisas (professores). É o caso das sociedades urbanas. Quem vive na cidade, por exemplo, aprende certas coisas seguindo instruções desses que se especializaram em ensinar essas coisas. Nas sociedades urbanas existe muita coisa para se aprender e foram desenvolvidos muitos métodos para se ensinar essas coisas, e entre esses métodos incluem-se a observação, a audição de explicações, o contato com certos dispositivos específicos etc. Quem mora numa cidade, pequena ou grande, pode aprender muita coisa da mesma maneira como se aprende no campo. Mas muita coisa não. É pra isso que existe a escola entre quatro paredes. Essa escola foi criada para suprir essa necessidade de quem mora num ambiente urbano. A principal necessidade de quem mora nesta selva de pedra é a leitura. Mas não qualquer leitura. Um tipo de leitura que foi criada para se tentar fazer separação entre as pessoas. Um tipo de leitura que foi criada para se tentar criar privilégios, discriminar as pessoas, segregar e, principalmente, para fazer com que umas fossem dominadas por outras. Quem não quiser a escola entre quatro paredes que vá para o campo, para o meio do mato. É o único lugar onde pode-se dispensar a escola entre quatro paredes. Na cidade, não.